Bruninho: o traficante ‘inteligente’, ‘perigoso’ e ‘terror dos tercerizados’
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Apontado como uma das principais lideranças do tráfico de drogas no bairro do Rio Sena, em Salvador, Antônio Bruno da Cruz Magalhães, conhecido como Bruninho, foi preso nesta sexta-feira (1º). Ele figurava como Valete de Espadas no Baralho do Crime da Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA).
Integrante da facção Bonde do Maluco (BDM), Bruninho atuava principalmente na Rua da Bomba, onde controlava a venda de entorpecentes. Segundo as investigações, ele consolidou seu poder após as prisões de outras lideranças da organização criminosa, como “Demorô” e “Mad Max”.
Com a ausência dos antigos líderes, Bruninho assumiu a responsabilidade de manter a estrutura criminosa em funcionamento. De acordo com a polícia, ele recebia ordens de comparsas presos por meio de sua companheira, que realizava visitas frequentes a “Mad Max” na prisão e atuava como intermediária na comunicação com o grupo.
Atuação
Ainda segundo as investigações, ele era responsável pelo fornecimento e distribuição de armas, munições e drogas, além de coordenar ataques contra grupos rivais. Também controlava o estoque de entorpecentes e decidia como os lucros seriam aplicados.
Intercepções telefônicas revelaram que ele negociava o “arrendamento” de uma área de venda de drogas na BR-324, em Simões Filho, onde pretendia investir R$ 25 mil por mês para assumir o controle da região.
Trabalhadores tercerizados de um obra em execução em sua área de controle no Rio Sena foram coagidos e extorquidos a mando de Bruninho. As autoridades o descrevem como um criminoso perigoso, inteligente, violento e com forte poder de articulação. Sua rápida ascensão no tráfico de drogas, após a morte ou prisão de aliados, o tornou uma figura de referência em poder e domínio territorial.
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