Moraes e Dino votam por manter prisão preventiva de Bolsonaro
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Diante dos novos elementos relatados, Moraes considerou que estão preenchidos os requisitos para manter a prisão preventiva. O ministro Flávio Dino acompanhou integralmente o voto do relator da trama golpista.
O que levou à prisão preventiva
Ao decretar a prisão preventiva no sábado (22), Moraes apontou que a convocação de uma vigília de apoiadores pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), prevista para aquela noite, somada à tentativa de violação da tornozeleira, representavam “gravíssimos indícios de eventual tentativa de fuga do réu”.
O ministro afirmou que o ex-presidente poderia tentar escapar durante a movimentação de apoiadores nas imediações de sua residência.
Bolsonaro estava em prisão preventiva domiciliar desde 4 de agosto, após descumprir medidas cautelares impostas pelo STF, como a proibição de enviar vídeos a apoiadores e de usar redes sociais, mesmo que de forma indireta.