Tragédia da Fonte Nova que terminou com sete mortes completa 18 anos
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Uma das maiores tragédias do futebol brasileiro completa 18 anos. No dia 25 de novembro de 2007, parte da arquibancada superior da Fonte Nova desabou. O acidente aconteceu por volta das 17h47 durante a partida entre Bahia e Vila Nova, pela Série C daquele ano.
Parte de uma estrutura de concreto do estádio, em sua versão antiga, cedeu e abriu um buraco na arquibancada superior. Dezenas de pessoas caíram e ao menos 30 ficaram feridas. Além disso, sete delas morreram: Márcia Santos Cruz, Jadson Celestino Araújo Silva, Milena Vasquez Palmeira, Djalma Lima Santos, Anísio Marques Neto, Midiã Andrade Santos e Joselito Lima Jr.

Na época, o então superintendente de Desportos da Bahia, Raimundo Nonato Tavares, o Bobô, foi apontado como culpado. Contudo, em julho de 2010, quase três anos depois do desabamento, a 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça (TJ) da Bahia absolveu o ídolo do Tricolor da acusação de homicídio culposo, quando não há intenção de matar. Assim, o caso ficou sem condenados na esfera criminal.
Reconstrução e Legado da Fonte Nova
No dia 29 de agosto de 2010 a praça esportiva foi implodida para dar lugar à Arena Fonte Nova. Durante o período de obras, o Esporte Clube Bahia passou a mandar os jogos no Estádio Metropolitano Governador Roberto Santos, mais conhecido por Pituaçu.
Após a conclusão das obras, a Arena Fonte Nova teve a inauguração oficial no dia 7 abril de 2013. A primeira partida recebida pelo estádio foi justamente um clássico Ba-Vi, no qual o Vitória goleou o Bahia por 5 a 1, pela 1ª fase do Campeonato Baiano.
Além disso, o estádio virou sede dos jogos da Copa das Confederações de 2013 e da Copa do Mundo FIFA de 2014. A praça esportiva também recebeu jogos das Olimpíadas de 2016.
